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Eu como poeta
De inícios imediatos
Ando, percalço
Pisando meio em falso
Na escrita que liberta

Me suga, me puxa, me condena
No véu do entrave moral,
Me envenena
Quantos conceitos
Feitos
Em busca da verdade mais plena?

Escrever o que tenho em pensamentos
Sinto, vivo desalento
A fome do verso que alimento
Agonia que transborda aqui dentro

Me inunda,
Afunda
Faz de mim
Resultado de versos que imprimi
No papel, na pele, na alma
Escrevendo a vida que me trauma
Um completo ciclo sem fim

Já dizia o pensador:
“Ser ou não ser, eis a questão”
E mesmo que eu diga não
Fica a indignação:

Para que tanto sofrimento
Assumir para si esse envolvimento
Empoderar-se do meu “eu”, então?

Essa tal questão da identidade
Tantos pré requisitos pra quê?
Só o que eu quero é poder viver
Em paz, sem mais.
Um poeta sagaz
Ver sua arte crescer.

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