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É bem verdade que, salve exceções, os eventos literários têm um Q de marcado para lá do necessário. Mesmo assim, não tem como não se encantar com aquele mundo de livros. Eu, particularmente, já tive a oportunidade de participar de alguns desses eventos e nenhum me deixou tão impressionado quanto a Bienal Internacional do Livro do Rio de janeiro. Sei que os pavilhões do Rio Centro (onde o evento é realizado) não têm nem de longe o charme de Paraty, mas sei também que outro lugar não proporciona a sensação de está mergulhado em um turbilhão de livros, como a Bienal proporciona. São editores do país inteiro: grandes e pequenos. As publicações são dos mais variados gêneros, indo da Bíblia Sagrada, até o Cordel. Livros para todos os gostos e para todas as idades. Por conta disso, já era de se imaginar que a revista biblioo não ficaria de fora dessa festa. Mobilizamos um batalhão de colaboradores, os quais se desdobrarão para levar o que de melhor acontecer durante os 11 dias de evento aos nossos leitores, seja por meio do Boletim da Bienal, do twitter ou do facebook (atualizados diariamente).

Em tempo, a biblioo número 3 traz uma entrevista especial com Godofredo de Oliveira Neto, que no dia 08/09 estará no Café Literário da Bienal, ao lado de Stella Florence e André de Leones, discutindo Vida literária, obra do acaso, imposição do destino. O escritor Catarinense, radicado no Rio, fala de sua extensa obra, bem como de sua militância política em favor da educação, a qual lhe rendeu uma expressiva votação à Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) este ano. Igualmente especial foi a entrevista que realizamos com Henrique Kelmer, Diretor Técnico da Contempory, empresa do ramo de gestão do conhecimento, que tem se consolidado pelo trato que tem dado a questão da informação.

Dando continuidade a nossa série sobre os 100 anos da Biblioteconomia no Brasil, trazemos os depoimentos de professores e profissionais da área, cujo conteúdo se direciona a todos aqueles que de alguma forma estão relacionados com o fazer biblioteconômico. Na seção Educação, Rodrigo Lychowski professor de Direito do Trabalho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e procurador federal, fala sobre o direito de greve na educação. E ainda: Namore uma garota que lê de Rosemary Urquico (com tradução de Gabriela Ventura); Arte de palha de Rodolfo Targino (Chê); Aula de Química para Bibliotecários de Heloisa Helena Costa, entre outros. Esperamos que aproveitem.

Boa leitura!

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1 Comentário

  1. Erisvan de Paula
    5 de setembro de 2011 a 13:35 —

    Muito bom, sinto-me na bienal só de você falar.

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