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As políticas públicas do livro, leitura, literatura e bibliotecas são de suma importância para a democratização do acesso aos livros, do fortalecimento das bibliotecas, da economia do livro, formação de leitores, entre outros. É notório o quanto essas políticas estão sofrendo ataques na atual conjuntura brasileira, tanto na cultura como na educação.

Tendo esses desafios em vista, a “Rede Leitura e Escrita de Qualidade para Todos” (LEQT) está desenvolvendo um mapeamento das iniciativas dos grupos que lutam pela construção dos Planos Estaduais e Municipais do Livro e Leitura (PELLLBs e PMLLLBs). Hoje estados como o do Rio de Janeiro e municípios como o de São Paulo já contam com seus planos, mas a maioria das regiões ainda não têm seus Planos.

José Castilhos Marques Neto e Renata Costa, ex-secretários Executivos do Plano Nacional do Livro e Leitura conduzirão esse mapeamento e pesquisa juntamente com o apoio dos integrantes da Rede. A LEQT vai atuar por meio de seus grupos de trabalho (GTs), em especial o GT territórios para incentivar e apoiar o desenvolvimento das ações voltadas para a consolidação dos planos de leitura no maior número possível de estados e municípios brasileiros.

Integrantes do Colegiado Setorial de Literatura, Livro e Leitura – CSLLL do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) fazendo a entrega do projeto do PNLE à senadora Fátima Bezerra em 2016. Foto: divulgação

Para construir o retrato da situação dos planos em todo o país, a LEQT está solicitando até o dia 15/09/2020 que responda o questionário disponível clicando aqui. Até o final do ano o  resultado deste mapeamento e análise da construção dos Planos de Leitura no país estarão disponíveis para auxiliar na busca de tomadas de decisões, desenvolvimento e consolidação dessas políticas do livro e leitura.

“A iniciativa surgiu da Rede LEQT, em seu GT Territórios, Castilho e eu a partir de algumas reuniões e com a necessidade de entendermos como anda o país em relação às políticas públicas locais do livro, leitura, literatura e bibliotecas. A ideia é que, a partir do diagnóstico, possamos estabelecer os formatos de ação, apoio, orientações bem direcionados para que a grande rede em prol da área se intensifique em nosso país. Nossa expectativa é que o máximo de municípios e estados possam respondê-lo e termos um mapa com subsídios para uma grande pesquisa no Brasil e posterior avanços”, explica Renata.

*Essa reportagem foi atualizada às 10h50 para acrescentar a fala de Renata Costa e adicionar outras informações

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