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Idealizado por Julian Vilela e Paulo Santos, o Leitura de Bolso chega para unir cultura e tecnologia. O projeto oferecerá de forma simples, trechos com no máximo 5 minutos de leitura literária para os usuários registrados no serviço, pelo WhatsApp.

As histórias serão enviadas gratuitamente para o número de celular cadastrado no site (que deve ser o mesmo registrado no WhatsApp). Recursos multimídia, como: músicas, vídeos e imagens farão parte deste conteúdo.

A cada temporada um autor será convidado a participar do projeto. O primeiro colaborador é Roberto Klotz, escritor brasiliense. Para se cadastrar o número do WhatsApp, basta acessar o site do Leitura de Bolso,  https://www.leituradebolso.com

Para conhecer um pouco mais dessa iniciativa a Revista Biblioo conversou com Julian Vilela, diretor de arte do Leitura de Bolso.

O serviço será sempre gratuito?

Sim. Podemos evoluir para uma versão patrocinada, mas ainda sem custos para os leitores.

Existe algum bibliotecário envolvido neste projeto? Se sim, qual sua função?

Não. Por enquanto não temos verba para isso.

Como você avalia o incentivo à leitura do Brasil hoje?

Há muitos projetos interessantes e o número de leitores cresceu um pouco de 2014 para 2015. Mas precisamos de mais incentivo. Um país com mais leitores é sempre importante.

Quais são os planos de crescimento do Leitura de Bolso?

Temos alguns caminhos para seguir, mas vai depender das parcerias que a gente fechar.

Você acredita no fim do livro impresso?

Não. Nós gostamos muito de livro impresso. Mas hoje as pessoas tem a liberdade de experimentar e adotar um meio para ler. Nosso projeto tem o intuito de estimular 5 minutos de leitura diária. Depois, nosso sonho é que essas pessoas passem a ler por 10, 15, 30 minutos. Pode ser no livro, tablet, celular. Tanto faz.

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