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A edição 21 da Revista Biblioo está repleta de novidades. Dentre elas está a entrevista com o deputado federal pelo PSOL/RJ, Jean Wyllys. Além de deputado, Wyllys é mestre em Letras e Liguística, jornalista, escritor e professor de Cultura Brasileira e de Teoria da Comunicação. Ganhou projeção nacional após ganhar uma das edições do reality show, Big Brother Brasil.

Um dos grandes defensores dos direitos humanos e das minorias, Jean Wyllys falou com a Biblioo durante o Seminário de Identidade e Gênero, organizado pela Pró-reitoria de Pessoal da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Além de tocar em assuntos referentes à homofobia e a união estável homoafetiva, o deputado também falou de como a falta de bibliotecas, museus e arquivos contribui para o aumento das dificuldades no que diz respeito ao amadurecimento democrático das questões de gênero no Brasil.

Acompanhe um trecho da entrevista e fique atento ao lançamento da edição 21.

 

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Chico de Paula: Nossa publicação é voltada para os profissionais da informação: bibliotecários, arquivistas e museólogos. Na sua palestra você falou sobre a falta de equipamentos culturais. Você enxerga a falta de bibliotecas, de museus, de teatros como um empecilho para o amadurecimento democrático sobre essas questões?

 

Jean Wyllys: Totalmente. Totalmente. Eu acho que, como diz Castro Alves, “livros a mão cheia, livros a mão cheia, manda o povo pensar”. Livros, ipads a mão cheia, computadores a mão cheia… Quer dizer, a gente precisa dar acesso à informação. As bibliotecas são um equipamento de educação e cultura fundamentais para a construção da vida com pensamento.

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