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Do site do MinC
Capa da revista Fon-Fon, disponível na Hemeroteca Digital Brasileira com edições que vão de 1907 até 1945. (Reprodução)
Capa da revista Fon-Fon, disponível na Hemeroteca Digital Brasileira com edições que vão de 1907 até 1945. (Reprodução)

Se alguém quiser entender a historiografia brasileira de 1808 até os dias atuais, basta visitar a Hemeroteca Digital Brasileira. Lá encontrará uma coleção de jornais, revistas, anuários, boletins e outras publicações seriadas da coleção da Biblioteca Nacional, que por meio da Lei do Depósito Legal – obrigatoriedade do depósito na Biblioteca Nacional de um exemplar de tudo o que se publica no país – se beneficiou com a aquisição de milhões de páginas de nossa memória impressa.

Considerada a mais antiga e completa do país, a Hemeroteca Digital Brasileira, a partir de 2011, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), começou a digitalizar e disponibilizar dez milhões de páginas de periódicos brasileiros, que estão em domínio público. E, por meio do Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos Brasileiros (Plano), começou a localização, reunião, organização, recuperação e preservação do acervo de outras instituições brasileiras.

Fazem parte da coleção jornais raros, extintos e correntes como o Correio da Manhã (1901) – um dos mais importantes da história da imprensa brasileira e o jornal extinto mais consultado na Biblioteca Nacional -, O Paiz (1860), Gazeta de Notícias (1875), Gazeta do Rio de Janeiro (1808) e Correio Braziliense (1808).

O acervo inclui, ainda, uma coleção, de 1907 a 1945, da revista Fon-Fon, “um semanário alegre, político, crítico e esfusiante” (com grafia da época), segundo a própria publicação.

Do século XX, há revistas como Careta, O Malho, Revista da Semana, Klaxon (revista sobre arte, criada depois da Semana de Arte Moderna, realizada em 1922, pelos participantes do Movimento Modernista), entre outras.

Assim como jornais que marcaram a história da imprensa no Brasil como A Noite, Correio Paulistano, A Manhã e Última Hora também podem ser consultados.

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3 Comentários

  1. Athos Cardoso
    14 de fevereiro de 2015 a 23:27 —

    A Hemeroteca Digital Brasileira é um dos principais acontecimentos culturais brasileiros. Sua importância é extraordinária. Pode-se falar em pesquisa no Brasil antes e depois da sua existência.
    Pena que é ainda desconhecida no meio acadêmico.
    Coisa de brasileiro…
    Athos Eichler Cardoso

  2. Athos Cardoso
    22 de maio de 2015 a 9:09 —

    Duas pessoas em dois computadores em oito horas de trabalho fazem uma excelente biografia de qualquer pessoa famosa no Brasil.Inclusive com fotos.
    Podem fazer um estudo de instituições como o Senado, Supremo, etc. Com suas monumentais falhas ao longo do tempo. A HEMEROTECA ai mudar o Brasil !

  3. Athos Cardoso
    9 de abril de 2016 a 18:17 —

    Nação que não conhece a si mesma não se cria. É por isso que o Brasil não vai para a frente !
    A Hemeroteca Digital Brasileira com seus jornais e revistas, desde o 1º Império, está a disposição para uma análise documental primaria do BRASIL.
    Pesquisa obrigatória para quem quer entender o Brasil.

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