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O vereador Eliomar Coelho (Psol) divulgou uma mensagem em rede social explicando os motivos pelo qual se retirou da sessão da CPI dos ônibus realizada na manhã dessa quinta-feira na Câmara dos vereadores do Rio de Janeiro. Confira a mensagem:

 

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"Fui à sessão da #CPIdosOnibus, mas me recusei a permencer por não ver legitimidade por vários motivos.

1 – Pedi uma questão de ordem que não foi me concedida.


2- Não houve presença popular na reunião. Mesmo com o plenário livre, e com o presidente da Casa ter dito que a reunião poderia ser lá, eles insistiram na pequena sala do Cerimonial. Até a imprensa e funcionários tiveram dificuldade.

3- Em desacordo ao já anunciado, a sessão não foi transmitida ao vivo pela TV Câmara nem pela internet no site da Câmara.

4- 5 Batalhões da PM, além do Batalhão de Choque, cercam a Cinelândia e impedem o ir e vir da população, mesmo os que não viriam para a CPI.

5- A proporcionalidade da Câmara não foi respeitada na distribuição de vagas na CPI.

6- Ainda estamos questionando, internamente na Câmara, a distribuição das vagas de acordo com a proporcionalidade, além da legalidade da sessão de instalação da CPI dos Onibus.

Enquanto não forem esgotadas essas questões, eu me recuso a participar das reuniões. Reuniões essas, aliás, sempre convocadas sem a minha anuência. Assim como foi a sessão de instalação, que eu convoquei e depois eles deram um golpe e mudaram o dia.

E claro, a sociedade não vê legitimidade em 4 membros da CPI que sempre foram contrários a ela, inclusive com declarações".

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3 Comentários

  1. Anderson Figueiredo
    15 de agosto de 2013 a 18:15 —

    Absurdo o que estamos vivenciando na Câmara Municipal. O presidente da casa, Jorge Felippe, age como dono da Casa e não como representante. Casa fechada, vereadores fora dos seus gabinetes fazendo o que bem entendem do seu tempo, no momento em que deveriam estar trabalhando, e o povo heroicamente ocupando as ruas.

  2. Anderson Figueiredo
    15 de agosto de 2013 a 21:15 —

    Absurdo o que estamos vivenciando na Câmara Municipal. O presidente da casa, Jorge Felippe, age como dono da Casa e não como representante. Casa fechada, vereadores fora dos seus gabinetes fazendo o que bem entendem do seu tempo, no momento em que deveriam estar trabalhando, e o povo heroicamente ocupando as ruas.

  3. Estou ansioso para o teu proximo post, n vejo a hora de le-lo!

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