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Escrever textos sobre assuntos ou autores variados possui uma dimensão variada que pode ser reprodutiva, descritiva, crítica e/ou criativa. Contudo, escrever em homenagem (póstuma ou não) a um determinado autor/estudioso/expoente possui uma dimensão emocional que extrapola os limites da racionalidade humana e técnico-científica.

Quando falamos em biblioteconomia, Edson Nery certamente é um destes autores que extrapola o emocional de qualquer escritor. No entanto, não gostaria de falar em morte, mas sim de vida e pós-vida (mentalidade prospectiva) em Edson Nery. Muitas palavras podem caracterizá-lo, mas uma em especial me toca: vanguarda! Sim, Edson Nery pode ser considerado vanguardista para a Biblioteconomia em diversos aspectos.

O primeiro deles é institucional e se dimensiona em diversos feitos: quando é protagonista na criação do curso de Biblioteconomia da UFPE, ajuda na criação do IBBD (a partir de 1976 IBICT), participa ativamente na criação da Biblioteca Central da UnB e dos cursos de graduação e pós-graduação em Biblioteconomia pela mesma Universidade.

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