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A terceira edição do Diálogos Biblioo recebe o ativista de direitos humanos, escritor, rapper, poeta, locutor de rádio e até bibliotecário, Wander Filho Pavão. Em um bate-papo descontraído, Wander Filho fala sobre a sua experiência ao participar do Ineli Iberoamérica, dos cortes de verbas nas bibliotecas públicas brasileiras, da (des)necessidade da profissão de bibliotecário, do Festival Literário Internacional de Periferias que está organizando em Brasília e do seu programa de rádio. Confira:

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1 Comentário

  1. Benedito
    28 de julho de 2015 a 10:36 — Responder

    É por isso que a situação está do jeito que está. O corpo da biblioteca deve ser multidisciplinar, o bibliotecário é essencial nesse contexto. A liderança da biblioteca necessariamente deve ser bibliotecário…uma coisa não exclui a outra, Wander não entendeu a pergunta, quero acreditar…

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