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“Não se concebe formar um acervo sem pensar a preservação física e intelectual do mesmo”

Uma das perguntas mais atuais e prementes na Biblioteconomia brasileira é: por quais motivos não temos um sistema nacional de sindicatos bibliotecários? A pergunta ressoa com muita pertinência em um momento que os sindicatos passam por crises de representação político-institucional, especialmente por vinculações ideológico-partidárias, mas que ainda se constituem como uma das maiores fortalezas representativas no âmbito profissional (sindicatos de classe), social, cultural, educacional, empresarial, entre outros.

O Projeto CDI Bibliotecas é uma iniciativa desenvolvida pelo Comitê para a Democratização da Informática (CDI). Patrocinado pela Fundação Bill e Melinda Gattes e com apoio do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), um dos objetivos principais do CDI Bibliotecas é ajudar os profissionais que atuam em bibliotecas públicas a integrar ideias, potencializar serviços e fortalecer políticas públicas para as bibliotecas públicas brasileiras.

Enquanto a segunda década do século XXI é marcada pela forte presença da imagem e da tecnologia no dia a dia da sociedade contemporânea, que influencia diretamente a comunicação e a literatura, os adultos passam a redescobrir uma atividade realizada na infância: a arte de colorir. As editoras passam a investir nesse novo nicho de mercado, além, é claro, da indústria de material para colorir como, por exemplo, lápis de cor, lápis cera, lápis pastel, hidrocor, canetinhas de gel e tintas.

As pesquisadoras norte-americanas Lucy Santos Green, da Georgia Southern University e Melissa P. Johnston, da University of Alabama publicaram recentemente um estudo sobre bibliotecas escolares brasileiras que revelou as experiências, as práticas e os desafios de bibliotecários escolares para atender as demandas de uma educação para o século 21.

O futebol é um esporte enraizado na cultura brasileira, uma paixão nacional que já conseguiu até parar guerras. São muitas histórias, times, gols, jogadas e ídolos da bola que fazem parte do imaginário popular brasileiro a ponto de sermos reconhecidos como o país do futebol ou então a pátria de chuteiras.

Ao assumir a coordenação da Biblioteca Pública Hans Christian Andersen em janeiro de 2015, recebi informações sobre o potencial da biblioteca e a liberdade para executar projetos de reestruturação, embora limitada pela ausência de recursos financeiros, humanos e materiais, os quais a maioria das instituições públicas vivenciam.

Em pleno Século XXI tratar desse assunto pode ser ultrapassado para alguns colegas de profissão, mas infelizmente a maioria das bibliotecas brasileiras possuem sérias dificuldades de automação de seus acervos, produtos e serviços, bem como a emissão de relatórios gerenciais para tomadas de decisão.

Ao caminhar pela cidade do Rio de Janeiro, na primeira semana de julho de 2015, deparei com duas formas de incentivo à leitura: uma localizada no bairro de Botafogo, Zona Sul da cidade, e a outra no Centro.

A Revista Biblioo foi até a Biblioteca Mário de Andrade para entrevistar o Diretor, Luiz Armando Bagolin e conhecer um pouco da sua gestão e da história da biblioteca.