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A democratização da informação se constitui como fundamento histórico que ganhou destaque mais expressivo na contemporaneidade, em especial no século XX com o advento/desenvolvimento de meios de comunicação de massa. Em tese, o uso do termo “regulação” pode estar associado à ideia de censura ou inibição de direitos de expressão informacional. No entanto, a ideia de regulação da mídia possui teor mais complexo na medida em que o ponto central não é a censura (embora possa ocorrer, dependendo das intencionalidades e ideologias governamentais dos agentes que atuam no processo de regulação), mas a descentralização e pluralização dos processos de comunicação.

A regulação quando prima pela descentralização permite o surgimento de outras mídias, em diversos contextos temporais-espaciais, a fim de produzir informação, conforme necessidades gerais e específicas da sociedade. Quando prima pela pluralidade, é o incentivo motor da democracia, possibilitando o surgimento de um conjunto de mídias que representam multiplicidades de ideologias promovendo mais perspectivas de acesso à informação contextualizada com acepções variadas da realidade social. Em outras palavras, descentralização e pluralização incidem sobre a inibição de concentração de poder da mídia, definindo, por um lado, uma preocupação mais central com a informação produzida pelos grupos midiáticos e, por outro lado, uma regulação econômica que desconcentre o poder de propriedade, diminuindo o jogo de dependência entre mídia e mercado.

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