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Em virtude de mais um aniversário da Lei Áurea, instrumento legal que extinguiu oficialmente a escravidão no Brasil, resolvi escrever sobre um assunto que até hoje causa fortes emoções e divergência de opiniões, qual seja: as cotas para negros no Brasil. Esse assunto ganha notório espaço na mídia, em espaços de convívios sociais, e até mesmo dentro do parlamento nacional. Minha intenção é fazer um apanhado historio sobre a situação do negro no Brasil, desde o cerne de sua presença por aqui, até os dias atuais. De modo algum pretendo discorrer num discurso de vítima, mas busco elencar argumentos para uma discussão que seja proveitosa.

Sabemos que o negro foi trazido para o Brasil sob a condição de cativo. Por muitos e muitos anos, centenas de milhares de pessoas – homens, mulheres, velhos e crianças – foram mantidas escravizadas neste país e contribuíram sobremaneira para a formação da nação que chamamos de Brasil. Os africanos que foram trazidos pra cá, não tiveram um tratamento amistoso, pelo contrário, foram tratados como subumanos, maltratados, humilhados, mortos!

Conta-se que o Brasil foi o penúltimo país ocidental a acabar com a escravidão, abolindo-a antes de Cuba. Algo inimaginável de se pensar num país com a importância política e econômica que o Brasil mantinha no século XIX, ter a base da sua economia mantida com trabalho escravo. Muitas foram as pressões externas por partes de países como a Inglaterra, por exemplo, para que o Brasil abolisse a escravatura.

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