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Durante boa parte do século XX e início do século XXI houve a construção de um conjunto de ideias e teorias acerca da chamada era da informação (sociedade da informação) representada por autores como Daniel Bell, Alain Touraine, Richta, Nora e Minc, Oettinger, Dizard, Naisbitt, David Lyon e Manuel Castells apoiada por uma mundialização de forças e interações humanas e um lato desenvolvimento tecnológico.

O discurso da era informacional se espalhou por diversos contextos temporais e espaciais se inserindo fortemente no modus operandi da ciência e da atuação profissional, assim como nos meandros cotidianos do senso comum. Mais do que uma inserção temporal-especial, o discurso da era da informação se estabeleceu como mentalidade intercultural pragmática impregnada de um conjunto de forças políticas que definem as formas e processos de elaboração e uso dos suportes informacionais, bem como indica um sustentáculo ideológico do sistema capitalista de condução de discursos e ações calcados em um segmento “produtivista e consumista de informação”.

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