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As idas e vidas no destino do Ministério da Cultura (MinC) tem motivado protestos da classe artística. Mas apesar de qualquer defesa que se possa fazer em favor do governo Dilma Rousseff, não se pode esquecer que nos últimos tempos o executivo vinha imprimindo cortes sistemáticos na área cultural.

Em entrevista à Folha de São Paulo no final do ano passado, o ex-ministro da Cultura, Juca Ferreira, destacava o bloqueio promovido pelo governo de quase 25% dos R$928,5 milhões previstos pela Lei Orçamentária de 2015 para a pasta, a qual quase foi ceifada na reforma ministerial de Dilma que acabou por cortar oito ministérios em outubro do ano passado.

Além disso, segundo a associação Auditoria Cidadã da Dívida, enquanto os gastos com juros e amortização da dívida pública ultrapassaram os 45% de todo o orçamento efetivamente executado no ano de 2014 (em torno de R$ 978 bilhões), só 0,04% foram destinados à cultura, sem contar os cortes que viriam a ser anunciados posteriormente pela presidente.

A edição 56 da Revista Biblioo discutirá os impactos que as mudanças na Cultura podem e já vem trazendo às áreas do livro, leitura e bibliotecas. Trás também uma entrevista com o escritor Afonso Romano de Sant’Anna, além de um artigo que questiona a falta de indicação de bibliotecários para presidir a Fundação Biblioteca Nacional.

Boa leitura!

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