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A filósofa discute nos textos o “modus operandi” daqueles que não estão dispostos a aceitar a existência dos que pensam e agem de forma diferente.

Mais do que um ensinamento a dialogar com fascistas (até porque grande parte deles não está aberta ao diálogo), o livro apresenta situações em que o pensamento (?) fascista se manifesta via redes sociais, em discursos de representantes da grande mídia e no congresso nacional, entre outros espaços além de discorrer sobre os argumentos falaciosos de uma lógica doentia dos representantes do “fascio” brasileiro.

Apesar de não ser um livro em que a filosofia se apresenta indecifrável para os que nela não estejam iniciados, é necessário ler sem pressa, sorvendo e absorvendo as ideias. Não dá para terminar o livro sem que várias reflexões não sejam suscitadas. Mesmo para os fascistas (acho que poucos desses lerão).

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