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Para muitos o Carnaval é só festa e folia, mas para Claudio Rocha é sinônimo de trabalho e dedicação. Filho de um baiano amante da Acadêmicos do Salgueiro, Claudio desde pequeno era levado por seu pai para assistir aos desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, quando estes ainda eram realizados na Avenida Rio Branco, no Centro da cidade.

“Lembro de mim sentado no chão, vendo as pernas das pessoas desfilando. Desde meus quatro ou cinco anos tenho essa memória afetiva com o Carnaval”, diz o bibliotecário. A partir desse período começou uma história que veio a culminar na chegada à direção do Setor Cultural da Escola de Samba Estácio de Sá.

Junto com seus irmãos participou de blocos de rua e depois começou a desfilar em Escolas de Samba. Hoje, além de trabalhar no Setor Cultural da Estácio, ele também pesquisa e compõe enredos para o Carnaval.

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