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A Editora Malê recebe até o dia 8 de agosto relatos de experiência reflexivo ou ensaios acadêmicos sobre mediação de leitura literária em bibliotecas. Os textos irão compor um livro que será lançado no Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (CBBD), programado para acontecer entre os 1 e 4 de outubro em Vitória, ES.

Para participar basta enviar o texto para jorge.exlibris@gmail.com, em arquivo de Word, com no mínimo 8 páginas e no máximo 15 páginas, em fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento de 1,5, margens de 2,5cm de cada lado, e normatizado de acordo com as normas da ABNT.

No corpo do e-mail deve constar a área temática do trabalho, o nome completo do autor e os telefones para contato. Pela participação na obra, cuja organização e edição estão a cargo, respectivamente, dos bibliotecários Jorge do Prado e Vagner Amaro, o autor ou autora receberá cinco exemplares do livro.

Áreas de pesquisa relacionadas ao tema são: mediação da leitura; mediação da leitura em diversos tipos de biblioteca (universitárias, escolares, empresariais, especializadas, públicas); mediação cultural; uso de recursos tecnológicos em mediação da leitura; mediação da leitura e competências informacionais;  mediação da leitura e democracia cultural; mediação da leitura e letramentos; mediação da leitura e inclusão social.

“Esta publicação pretende reunir reflexões e relatos sobre mediação da leitura destes profissionais, com o objetivo de servir de material de referência e inspiração para estudantes, bibliotecários, escritores, produtores culturais, professores, pesquisadores e outros interessados em leitura literária”, diz Amaro que além de bibliotecário é editor.

Ele explica que os desafios políticos, sociais e culturais contemporâneos da sociedade brasileira estão diretamente intrincados com a necessidade de um aprimoramento na formação educativa de crianças, de jovens e de adultos, para que estes tenham maiores habilidades nas práticas de leitura e no uso de informações.

“Este aprimoramento pode resultar no desenvolvimento de uma consciência crítica, cidadã e fraterna, em que haja o respeito às diferenças e aos princípios democráticos, o comportamento ético e o estímulo à diversidade e ao senso comunitário”, explica o editor da Malê, uma editora focada na literatura afro-brasileira.

Segundo os dados do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) 2018, três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos, no país, são considerados analfabetos funcionais — pessoas que apresentam dificuldades de entender e interpretar diversos tipos de textos simples.

“Esta condição afeta escolhas pessoais e comunitárias decisivas para a melhoria das condições de vida da população e resulta em um efeito colateral brutal nos menos favorecidos socialmente”, garante.

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