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A manhã agradável do dia 06 de julho de 2013, na Cobal do Humaitá, no Rio de Janeiro, foi a escolhida para o nosso encontro. Esperávamos ansiosos e quando o relógio marcava 9:00h, eis que aponta um senhor de casaco e chapéu. Era o bibliotecário, professor e editor Briquet de Lemos que aceitou o convite em conversar com a Revista Biblioo.

Em um bate-papo descontraído, Briquet de Lemos, revelou particularidades a respeito de sua época de infância e da tipografia do seu pai, contou um pouco do seu primeiro contato com a área de Biblioteconomia, dos objetivos da Associação de Profissionais da Informação (ABRAINFO) criada recentemente, da sua implicância com a escolha de Manuel Bastos Tigres como patrono da Biblioteconomia brasileira e como acompanhou o surgimento da geração de jovens do rock de Brasília.

Mesmo rejeitando o título de ícone da Biblioteconomia, Briquet de Lemos, é de uma simplicidade, cultura e sabedoria sem tamanho. Nessa prazerosa e enriquecedora manhã de sábado pudemos conhecer um pouco mais de um dos grandes nomes da área. Confira a entrevista e conheça um pouco mais da história do bibliotecário Briquet de Lemos.

Chico de Paula: O seu pai era um tipógrafo. A sua relação com os livros começa nesse tempo?

Briquet de Lemos: Sim e não. Na realidade meu pai era tipógrafo, mas ele se dedicava principalmente a confecção de trabalhos avulsos, uma tipografia típica de uma cidade pequena como a de Teresina/PI, e a jornais. O irmão mais velho dele tinha fundado jornais e ele deu continuidade a isso. Então era um ambiente muito ligado a jornais e ao trabalho tradicional de tipografias. Evidentemente que havia livros na casa, mas eu como o último filho, em um total de doze, não recebia as atenções que hoje uma família menor tem para com seus filhos, mas o fato é que eu tinha livros ao alcance. Não da forma como às vezes as pessoas colocam: de o livro chegava ao seu conhecimento e se transformava em um objeto de adoração. Era fruição de um prazer, de livros infantis. Lembro muito de um livro, talvez um dos primeiros que tive contato, de um autor norte-americano, Munro Leaf, chamado o Touro Ferdinando, acredito que até deu origem a um desenho animado da Disney, era um touro pacifista que não poderia brigar. Isso era nos anos 40. O contato maior foi com o processo de produção gráfica, o aprendizado da arte gráfica. Antes de ir para escola já sabia montar uma chapa, compor com tipos na tipografia do meu pai. O brinquedo que criei para mim exatamente nessa época, eu deveria ter uns nove ou dez anos, foi uma pequena tipografia. Reuni tipos velhos e um pequeno prelo que meu pai não usava mais e montei em um cantinho de casa uma tipografia. Era um conjunto de tipos, onde eu passava algumas horas entretido no trabalho tipográfico fazendo pequenos jornais, coisas impressas etc. Isso foi algo que me cativou desde cedo. O contato com biblioteca efetivamente só aconteceu quando fui trabalhar em uma biblioteca, isso em 1953, eu tinha 15 anos na época. Fui selecionado no processo seletivo do Hospital de Servidores do Estado do Rio de Janeiro para trabalhar como mensageiro, o local onde fui lotado era a biblioteca do hospital. Quando entre ali tive contato com a biblioteca muito bem organizada. Tinha sido organizada pela Aída Furtado, uma bibliotecária muito importante e esquecida, irmã do Celso Furtado. Aída Furtado foi uma bibliotecária especializada em bibliotecas médicas, foi uma das primeiras bibliotecárias brasileiras a fazer mestrado nos Estados Unidos (EUA) nessa época. Ela estudou em uma universidade séria nos EUA que não me recordo o nome. Ela que organizou essa biblioteca médica onde eu trabalhei. Foi o meu primeiro contato com uma biblioteca organizada e aprendi até mesmo pela força da convivência, os fundamentos da atividade bibliotecária.

C. P.: Foi quando você optou pela Biblioteconomia?

B. L: Foi. Uma opção um tanto quanto inesperada como tantas outras coisas que acontecem em nossas vidas. Eu estava terminando o curso clássico no Colégio Pedro II, estudava a noite e trabalhava de dia. Um dia conversando com as bibliotecárias sobre o que eu poderia fazer, elas sugeriram que eu fizesse o vestibular para Biblioteconomia. Não passava pela minha cabeça ser bibliotecário.

C. P.: Isso em que ano?

B. L.: Deve ter sido em 1955. O meu sonho era procurar outra profissão que me fornecesse garantia, estabilidade e salário digno. E bibliotecário na época não era exemplo disso, mas havia outra situação curiosa a de que eu não precisava terminar o ensino clássico para fazer o vestibular. Naquela época a Biblioteca Nacional admitia nas inscrições do vestibular, pessoas que trabalhassem em bibliotecas tendo ou não segundo grau completo. Eu já trabalhava na biblioteca do hospital, eles me deram uma certidão e me inscrevi no vestibular. Então eu passei, estudei História universal da literatura do Manuel Bandeira, decorava título de autores e aquela história toda. Comecei estudar Biblioteconomia, fiz o curso fundamental em 1956 e o curso superior em 1957 e assim recebi o diploma de bacharel em Biblioteconomia. No mesmo ano em que recebi o diploma de bacharel em Ciências e Letras do Colégio Pedro II era a denominação que o Pedro II usava e vinha da época do Império, aquela história toda. Terminei o segundo grau junto com o curso universitário, coisas curiosas desse país. Eu trabalhava no hospital, mas meu cargo não era de bibliotecário. Tinha que fazer concurso, mas não havia concurso. Fiquei tentando outras profissões, por exemplo, as pessoas me diziam a diplomacia é uma boa coisa, paga bem. Tentei o exame para o Instituto Rio Branco e fui reprovado, na época era muito mais difícil do que hoje. Eu lembro que fui reprovado na prova de francês se não me engano. A prova oral de francês era muito puxada. Não passei tive que fazer outra coisa, não tinha muita certeza se a Biblioteconomia seria o caminho, continuei buscando outros caminhos. Em 1958 faço o vestibular para Universidade Estadual do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na época não era UERJ e sim Faculdade de Filosofia e Centros de Letras do Estado do Rio de Janeiro, antigo LaFayette. Fiz vestibular para Ciências Sociais, devido as preocupações que eu tinha com os aspectos sociais. Entrei no curso, mas por várias razões, uma delas logo estará presente. Eu não conclui o curso, cursei o primeiro e segundo anos. No terceiro ano eu consegui um excelente cargo de bibliotecário. Em 1961 abriu um processo de seleção para o Centro Pan-americano de Febre Aftosa, que era um órgão da Organização Pan-americana da Saúde. Eles procuravam um bibliotecário/editor e tinha de cuidar de uma biblioteca especializada. Tinha um chefe, funcionário superior, um veterinário uruguaio, eu e um auxiliar. Fazia o trabalho de bibliotecário e ajuda nas publicações do centro de febre aftosa. Foi importante porque eu tinha casado em 1960 com a Lúcia, minha esposa até hoje, que é bibliotecária nos conhecemos no curso de Biblioteconomia. Então senti que seria possível sobreviver com o trabalho bibliotecário. Eu fui ganhar aproximadamente três vezes mais o valor do que ganhava um médico no hospital, era muito bom o salário. É possível sobreviver com essa profissão. Fui meio que sendo levado pelas circunstâncias sabendo tirar proveito disso.

C. P.: Você é um ícone da Biblioteconomia. Nossa área tem a questão da memória. Como você enxerga essa questão do esquecimento que o bibliotecário tem de si mesmo e de sua profissão?

B. L.: É terrível. Em primeiro lugar acredito que seja pela própria desconfiança que o profissional tem de sua profissão, como eu tinha. A Biblioteconomia naquela época era uma profissão de pessoas, moças que precisavam ganhar um salário, mas sabiam que se casassem poderiam somar aquilo ao salário do marido. Eu não estou dizendo que fosse uma profissão “espera marido”, como se dizia na época. Há uma espécie de desgosto, quase inconsciente, pelo fato de a profissão ser desconhecida e ser mal reconhecida. Então para que lembrar coisas que não dão prazer? Basta ver que são poucos bibliotecários que escreveram sua história de vida. O Edson Nery da Fonseca fez uma recentemente, há três anos escreveu um livro, mas ele levou muitos anos para escrever, praticamente no final da vida quando estava muito doente que ele teve a paciência de se abrir e contar a sua história de vida como ser humano e como bibliotecário. Mas você não encontra outras pessoas que tenham prestado esse depoimento. O próprio Rubens Borba de Moraes, eu encontrei as memórias inéditas dele, um trabalho muito gratificante. Graças a Suelena Bandeira que me indicou um texto inédito da autobiografia do Rubens, fiz a edição. Realmente ali você encontra um intelectual importantíssimo contando a sua vida, mas hoje a atividade de bibliotecário não é o centro das preocupações dele. Então nós somos meio marginais numa sociedade onde cultura em geral é algo marginal, porque a educações é isso que vemos. As bibliotecas tendem a ser marginais e outras instituições culturais, os museus são marginais, os arquivos são esquecidos, são comidos pelos ratos, cupins etc. Então a gente faz parte disso.

C. P.: Em certa ocasião você mencionou que tem uma implicância com o Manuel Bastos Tigre. Por que essa implicância?

B. L.: Porque em primeiro lugar eu acho que o Bastos Tigre não foi levado a condição de patrono da Biblioteconomia e dos bibliotecários pelo seu fazer profissional, por aquilo que ele teria feito como um bibliotecário, eu sempre digo. Em um ano o Bastos Tigre escreve dezenove peças para o teatro de revista, e ai? Ele se dedicava mais ao teatro de revista e a publicidade. Pela Biblioteconomia a única qualificação que lhe é atribuída é o fato de ter sido o primeiro bibliotecário aprovado em um concurso no Brasil. Eu posso ser aprovado em concurso e ser um péssimo bibliotecário, eu posso não ser aprovado em concurso e ser um excelente bibliotecário. Eu me considero ter sido, aliás, várias pessoas consideram que eu fui um bom professor na Universidade de Brasília (UNB) e eu não fiz concurso para a UNB. Naquela época você era escolhido com base no seu currículo ou simplesmente porque a universidade vivia um momento de crise em 1968 e não tinha professor. Então eles pegavam quem aparecia, deve ter sido o meu caso. O Edson Nery da Fonseca me perguntou assim: “você quer ser professor”? Eu disse: quero. Acho que dei conta do recado de maneira razoável. Atribuir ao Bastos Tigre a condição de patrono da Biblioteconomia e dos bibliotecários revela a nossa falta de espírito crítico. No momento que o nome dele foi levantado aqui no Rio de Janeiro, os bibliotecários deveriam ter chegado e perguntado: por que o Bastos Tigre? Vamos sentar e discutir, não haveria outra opção? Não haveria outros nomes como o próprio Ramiz Galvão ou o Manuel Cícero Peregrino da Silva? Ou então desenterra aqueles do período colonial, aquele Frei Arrábida, tinha um bando de gente. Agora não, pegaram o Bastos Tigre que realmente como bibliotecário nada fez. A impressão que ele me dá é que era um produto típico daquela época cultural do Rio de Janeiro, em que a pessoa acumulava como eu acumulei vários cargos. Eu tinha esse cargo público, mas era revisor, tradutor, fazia um monte de coisas para poder ganhar dinheiro. O Bastos Tigre era redator do Correio da Manhã, publicitário, tinha uma empresa de publicidade, escrevia teatros de revista, fazia jingles para rádio, trabalhava como bibliotecário do Museu Nacional e depois como bibliotecário da Universidade do Brasil.

C. P.: Atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

B. L.: Atual UFRJ. Ele é enaltecido, eu li um artigo da Célia Zai uma vez, dizendo que ele era muito adepto das inovações tecnológicas. É preciso dizer o que isso significa: ser adepto a inovações tecnológicas? Teria sido pelo fato dele ter apoiado a compra de algum equipamento em determinado momento. O que isso significa enquanto ele se mantém sentado em um cargo burocraticamente? Essa minha implicância, ou seja, ela decorre do fato é importante destacar esse ponto. São muito menos das qualidades ou defeitos do Bastos Tigre e muito mais os nossos defeitos que nos levaram a escolher uma pessoa sem que ela estivesse estado sujeita a nossa avaliação crítica. É o fim da picada isso.

C. P.: Briquet, voltando um pouco as perguntas de cunho pessoal. Pouca pessoas sabem que você é pai de dois músicos, o Fê e o Flávio Lemos da banda Capital Inicial. Como era sua relação com o rock nacional?

B. L.: (Risos) Não há relação com o rock nacional. Isso é uma das coisas imprevisíveis da vida. A mim coube apenas, talvez pela própria experiência que tinha, foi de não criar problema. Eu disse, se vocês querem seguir uma carreira com essas características, nem eu nem minha mulher, nós dois não somos contra que vocês tentem, testem. Quando eles chegaram um dia lá em casa dizendo que iam para São Paulo, vamos ver se conseguimos contrato com uma gravadora. Nós conversamos, os dois estudavam na UNB e surgiu aquela preocupação com o futuro, com o depois, mais no sentido de cobrança. Quem é pai ou já foi pai e até mesmo quem já foi filho, sempre tem essa história: porque meu pai me obrigou a fazer isso e aquilo. Eu conhecia história da Música Popular Brasileira (MPB), por exemplo, Chico Buarque estudou arquitetura, Sérgio Buarque o pai dele. O Chico chega na casa do pai e tá aqui o meu diploma de arquiteto, não é o que você queria? O Próprio Tom Jobim também acabou estudando, outro também o Geraldo Vandré estudou Direito e depois parece que rasgou o diploma na cara do pai ou fez alguma coisa agressiva com o pai. Então a gente não tem condição de dizer faça isso ou faça aquilo, a gente oferece condições. O Felipe estudava Psicologia, excelente aluno da universidade, o Flávio estudava Física. Todos os dois entraram na UNB na primeira tentativa. Aquela história do rock, vamos tentar isso. Eu disse tentem e se não der certo vocês voltem e o resto é a história que vocês conhecem. O apoio que a gente deu a eles e aos amigos deles, principalmente o Renato Russo, era isso, eram garotões. Você criar problemas com seu filho porque ele tá tocando rock, não vai tocar MPB, estuda bateria, estuda cuíca, coisas desse tipo, não. A gente sempre quis principalmente a Lúcia, que eles estudassem música. O Felipe se recusou a estudar música formalmente, o Flávio estudou piano uns seis anos, a Helena, filha caçula, também estudou um pouquinho de piano. O Fê era mais rebelde, mas estudou flauta doce e depois fez curso de bateria na Inglaterra. O ambiente de casa era muito musical, nós gostávamos muito de música popular brasileira, norte-americana, rock, clássica, música erudita. Outro dia mesmo a nossa filha presenteou a mãe dela, a Lúcia, com um iphod. Ao presentear ela gravou antecipadamente as músicas da infância que ela ouvia. Então estão lá Rolling Stones, os Beatles, a turma toda. Era um ambiente favorável que atraiu os amigos do Fê e do Flávio, principalmente o Renato Russo. Quando eles começam aquela história de ensaiar, eu disse: se os vizinhos não reclamarem, vão ensaiando. Quando nós saímos da famosa Colina na universidade para a nossa casa, o projeto arquitetônico previa um espaço para ensaios. Então tinha um quarto preparado para eles ensaiarem e virou um centro de reunião da turma, que era conhecida como a turma da colina do rock de Brasília.

C. P.: Você traça alguma relação da juventude dessa época com a juventude atual que está indo às ruas para fazer manifestações?

B. L.: Naquela época havia mais de uma juventude. Você tinha essa juventude mais envolvida com a música e tinha a outra juventude, um pouquinho mais velha envolvida com a política, essa sim parece mais com a de hoje. Porque havia os mais jovens que estavam buscando outros caminhos, menos politizado, embora também politizados por outro lado, a própria música que eles faziam no começo.

C. P.: Mudando um pouco de assunto. Como você considera o mercado editorial hoje? Você na condição de editor.

B. L.: Para as grandes editoras o mercado nunca esteve tão bom. Para fazer os livros que você encontra por aí, realmente o mercado está forte e vende-se muito e publica-se muito. O grande problema é em relação ao amanhã o que vai acontecer com os livros científicos e técnicos, aí é que a coisa vai complicar.

C. P.: Você está envolvido com a construção da ABRAINFO em São Paulo. O que representa essa associação para os profissionais da informação?

B. L.: Eu tenho muita confiança de que essa associação poderá ampliar a percepção que todos os profissionais da área têm em relação a este setor. Fazendo com que ele se afaste um pouco, não que anule, mas que eles consigam ver um pouco além das questões individuais de cada um, as questões de sobrevivência etc. E passam a encarar a questão maior da informação da sociedade brasileira. Afinal de contas é dar vitalidade ao setor de informação, que depende da própria sobrevivência dos profissionais. Se nós somos mal reconhecidos, conhecidos, isso ocorre em grande parte porque o setor é ruim, o setor é pobre. Se o setor fosse bom, nós seríamos mais bem reconhecidos. Temos que passar a nos preocupar com as questões mais amplas que atingem as instituições culturais no Brasil, arquivos, bibliotecas, museus, centros culturais, nome tem. E passarmos a encaram com mais seriedade essa questão da pluridisciplinaridade, da “pluriprofissionalidades”, se pudesse ser expresso dessa forma. De que a biblioteca é o lugar de trabalho de dezenas de profissionais diferentes e diversificados, o bibliotecário é apenas um deles. É claro não temos bibliotecas de um homem só, mas outras não.

C. P.: Para finalizar então. Você gostaria de fazer um convite para os profissionais se filiem a ABRAINFO?

B. L.: Sem dúvida. É muito importante que a associação exista com força, vigor, dinâmica e mudando sempre. Não queremos que a associação seja um trampolim para carreiras individuais. A associação seja mesmo uma instituição que promova o desenvolvimento do setor de informação e para isso deve contar com a adesão de todos os profissionais e também dos não profissionais da informação. Ela é uma associação inclusive aberta aos usuários. Eles têm que estar presente dentro das associações para nos dizer quais são as suas expectativas e o que pode ser feito em prol deles também. É uma associação muito aberta, não concorre com as associações profissionais e nem com sindicatos de qualquer área. Ela é algo novo, sempre quando as pessoas me perguntam e pedem uma comparação eu digo: seria a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) da informação. A SBPC engloba pessoas de quaisquer áreas, a ideia nossa é essa e a ideia da SBPC era fortalecer a ciência no Brasil, a nossa é tentar contribuir para o fortalecimento do setor de informação no Brasil.

 

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6 Comentários

  1. Briquet de Lemos
    29 de julho de 2013 a 17:58 —

    Uma correção: a bibliotecária, irmã de Celso Furtado, chamava-se Aída Furtado.

  2. 29 de julho de 2013 a 22:54 —

    Adorei a entrevista.

  3. Adelaide Côrte
    30 de julho de 2013 a 19:13 —

    Como sempre, brilhante, esse meu professor, eterno mestre
    Adelaide Ramos e Côrte

  4. Rita Pereira
    31 de julho de 2013 a 21:54 —

    Parabéns, Francisco. Bela entrevista com requinte de história oral. Aprendi mais.

  5. 12 de setembro de 2013 a 13:19 —

    ótima entrevista.

  6. 13 de maio de 2015 a 23:10 —

    Salvo engano, quem foi citada foi a Célia Zaher e não a Célia Zai.

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