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O Brasil vive hoje uma crise, que além de econômica e política, é moral. A atual polarização entre PT e PSDB, tendo o PMDB como o combustível que incendeia e divide o país, cria um clima de instabilidade política, além de afrontar a garantia dos direitos democráticos.

O Partido dos Trabalhadores está pagando o preço das alianças espúrias, por ter continuado a jogar o jogo e por adotar o discurso e a postura de esquerda somente em período eleitoral.

De que adianta reclamar do golpe midiático se em 14 anos do governo PT o debate dos meios de comunicação e da regulação da mídia não foi enfrentado? De que adianta reclamar de uma justiça seletiva se o estado de exceção também está sendo adotado na criminalização dos movimentos sociais com aprovação da Lei Antiterrorismo?

Enquanto o PT e o PSDB disputam o “Oscar” de quem é o mais (des)honesto, os servidores públicos, professores e terceirizados do Rio de Janeiro estão lutando no movimento grevista por direitos básicos, dentre eles o de receber seus salários.

A “crise econômica” carioca é uma invenção para escamotear a péssima administração da máquina pública em nove anos de governo do PMDB, e, por outro lado, garantir o lucro das empreiteiras que financiam as campanhas eleitorais.

No mês do bibliotecário, dentre os destaques da edição 54 da Revista Biblioo, temos uma matéria de capa intitulada: “Para que servem os CRBs/CFB?”;  uma entrevista com Raimundo Martins, eleito recentemente presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia e o texto, “Por uma nova cultura de informação”, do colunista Jonathas Carvalho.

Talvez o que falte ao país hoje seja uma guinada à esquerda em que a mobilização social e a participação popular, sem clientelismos, venham de fato incorporar e potencializar a democracia brasileira.

Boa leitura!

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