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O Café Literário abordou a polêmica da Música Popular Brasileira, a MPB, que até então, fora criado com o significado de Moderna Música Brasileira nos anos de 1960, para inovar a música popular com as ideias no Tropicalismo. Para os debatedores, Hugo Sukman, Santuza Cambraia Naves e Ruy Castro, a geração “Pós Bossa Nova”, que estava ficando atrasada, como ressaltaram eles, ficou preocupada em acompanhar a nova identificação musical jovem que era embalada pelos solos do rock americano.

Com tudo isso, sem ter muito êxito, mas sendo surpreendida, a MPB acabou criando uma identidade própria e resistiu a essas mudanças musicais, sendo hoje referência do Brasil no exterior.

Toda temática da Bossa Nova de João Gilberto, Tom Jobim e Vinícius de Moraes criou raiz no Tropicalismo, mantendo a cultura popular, fazendo assim, nascer um novo jeito de fazer música e não podendo ignorá-la.

Para os debatedores, Caetano Veloso e Gilberto Gil eram, na música, uma resposta à diversificação desta cultura no Brasil, deixando assim, na canção, um misto de cultura popular. O mesmo ocorre com Chico Buarque que, diferente de Zeca Pagodinho, segundo Sukman, não sabe o que é samba de raiz.

Essa mistura musical forma então a nossa MPB que, mesmo atravessando épocas como a do rock dos anos de 1980, muito explosivas, por sinal, se inovou sempre.  Mas se a Música Popular Brasileira terá futuro, isso é um fato ainda a ser discutido.

“O gênero musical, não faz mais sentido quando foge da realidade brasileira, toda música é, de alguma forma, inspirada na raiz musical do Brasil”, disse Cambraia.

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