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A quinta edição da Feira Jurídica do Rio de Janeiro (FeiraJur) foi iniciada na manhã de hoje (25/09) no Salão Ruy Barbosa da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FND/UFRJ).  A mesa de abertura contou com a participação do Prof. Bolonha da FND/UFRJ; Maria de Fátima Madruga, diretora da Biblioteca Carvalho de Mendonça/FND/UFRJ; Célia Maria Escobar Araújo, presidente do GIDJ/RJ e Francisco de Paula, editor chefe da Revista Biblioo.

A primeira fala da mesa de abertura foi do Prof. Bolonha que destacou a importância do evento e da oportunidade de estar participando da quinta edição da FeiraJur. Em seguida Fátima Madruga ressaltou o empenho da comissão de organização do evento em prol do sucesso e da realização da Feira Jurídica. A presidente do GIDJ/RJ, Célia Escobar, agradeceu a todos que se esforçaram para a realização do evento. Destacou o histórico da FeiraJur que teve a sua primeira edição no ano de 1998, segundo Célia: “existe uma demanda antiga para a retomada desse evento a retornar a sua periodicidade de 02 anos”. Por fim, o editor chefe da Revista Biblioo, Chico de Paula, ressaltou a importância de participar da 5ª FeiraJur e colocou o GIDJ/RJ como um grupo de resistência pela iniciativa de disseminar e divulgar a informação jurídica.

Após a mesa de abertura os relatos de experiências foram iniciados. No primeiro deles, as bibliotecárias Maria de Fátima Madruga e Eliane Azevedo da FND/UFRJ apresentaram o relato intitulado: “Biblioteca Carvalho de Mendonça: uma história…uma prática”. Fátima Madruga apresentou um breve histórico da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ e se emocionou quando retratou a história da criação da Biblioteca Carvalho de Mendonça. Segundo Fátima: “os alunos da Faculdade de Direito sempre estiveram presentes e ajudando a biblioteca”.  Através de fotos, Fátima Madruga, apresentou a estrutura física da biblioteca, que conta com 1.230 obras raras cadastradas na base Minerva, além de fascículos de periódicos, obras antigas e um acervo geral composto de 18.564 volumes.

A bibliotecária Eliane Azevedo apresentou os serviços disponibilizados pela Biblioteca Carvalho de Mendonça, destacando entre eles, os dois Totens foram adquiridos no ano de 2013 para a consulta do acervo e dentre as novidades a biblioteca disponibiliza o serviço de confecção de fichas catalográfica online, como uma forma de agilizar o trabalho dos alunos e dos bibliotecários. Segundo ela, a biblioteca tem um volume de 20.790 empréstimos por ano e 150.543 usuários passaram pelo espaço físico da biblioteca no ano passado.

Eliane Azevedo - Bibliotecária da Biblioteca Carvalho de Mendonça. / Foto: Revista Biblioo
Eliane Azevedo – Bibliotecária da Biblioteca Carvalho de Mendonça. / Foto: Revista Biblioo

Em seguida foi destinado um espaço para patrocinadores, Yasser Khunder, da V/Lex – Biblioteca Jurídica Virtual destacou a importância das bibliotecas virtuais na contribuição para o acesso ao conhecimento e apresentou o V/Lex, uma plataforma digital de livros e de periódicos.

O segundo relato de foi iniciado com a apresentação da bibliotecária Tatiana Sousa da Silva, intitulada: “A disseminação da informação na Biblioteca do Tribunal Marítimo (TM)”. Tatiana Sousa destacou a importância da Disseminação Seletiva da Informação na biblioteca do TM e apresentou o serviço de clipping de notícias disponibilizado pela biblioteca. De acordo com Tatiana, o acervo físico da biblioteca do TM é composto por livros, multimeios e processos julgados que estão disponíveis para a consulta. Para acessar esse acervo entre no site: www.mar.mil.br/tm

Mesa do segundo relato de experiências / Foto: Revista Biblioo
Mesa do segundo relato de experiências / Foto: Revista Biblioo

A última apresentação da parte da manhã foi a de Rodrigo Soares, intitulada: “Doi Net Alerta: um gerenciador jurídico para escritórios”. Rodrigo destacou o trabalho de desenvolvimentos de softwares desenvolvido pela Doi Net Alerta com informação voltada para os Diários Oficiais. Além desse serviço, foram apresentados os aplicativos desenvolvidos pela empresa para facilitar o acesso à informação e aos processos dos Diários Oficiais. Por fim, Rodrigo ainda destacou a parceria com a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro em prol da digitalização dos Diários Oficiais desde o ano de 1977 até os dias atuais.

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