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Decorrido um ano e meio de uma chacina que deixou um saldo de 10 mortos, dentre os quais nove eram moradores, a Maré, bairro da Zona Norte do Rio, vive novamente acossada pela ausência “positiva” do poder público. O Museu da Maré, uma iniciativa histórica dos moradores da localidade, pode ser despejado de sua sede nos próximos dias. Contra isso a Revista Biblioo se posiciona.

Não se trata, obviamente, de discutir o direito de reivindicar a propriedade, legitimamente exercida, ao que parece, pelos seus titulares. Mas de chamar a atenção para a importância desta instituição para sua comunidade, a Maré, área historicamente relegada ao abandono das autoridades, mas que resiste pela força de seu povo.

Nesta edição especial uma série de textos dão conta da grandeza moral desta iniciativa nascida e mantida por pessoas que se colocam como protagonistas de sua história. A intenção é chamar a atenção da sociedade para o “golpe” que a cultura pode sofrer. Em função disso, é preciso mobilização. Vamos à luta, pois o “Museu da Maré resiste!”.

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